Flavia Bernardes / Século Diário
Se não bastasse ficar em primeiro lugar na votação entre as seis piores empresas do planeta e levar o prêmio Public Eye Award, por gerar sérios impactos à humanidade e ao meio ambiente, a Vale perdeu uma causa no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) no Ministério da Fazenda no valor de R$9,8 bilhões após sonegar imposto.
Desta vez, a Vale foi mesmo pega mesmo com as calças curtas, já recorreu em primeira e segunda instância e agora irá recorrer ao superior e tudo isso com o peso do prêmio nas costas.
Como se vê as coisas não vão bem para a gigante do minério de ferro que terá que lidar ainda com a denúncia do Departamento Nacional de Produção Mineral, que acusa a mineradora de fazer descontos irregulares na base de cálculo dos royalties de mineração e tributar suas exportações por um preço abaixo do valor final.
Aos trancos e barrancos a Vale carrega o acidente do supernavio afretado à mineradora que rachou enquanto embarcava minério de ferro no Maranhão, gerando uma lambança de reclamações dentro da empresa.
Porém, é o típico balança mais não cai. Mas, não por muito tempo dizem os representantes do Internacional Natwor Of People Affected by Vale, ou para os mais chegados, Movimento Internacional dos Atingidos pela Vale, que já reuniu representantes de mais de 80 entidades em solo capixaba para discutir as injustiças sociais geradas pela Vale no Estado e nos 38 países onde ela atua.
Responsável por incluir a Vale na premiação anual das piores empresas do mundo e, conseqüentemente, apresentar as injustiças sociais geradas pela mineradora no Fórum Econômico Mundial de Davos, o movimento aproveita bem a fragilidade econômica da mineradora e, até agora, foi o único a conseguir que a mineradora esboçasse qualquer reação pública sobre as denúncias. No site http://www.valeesclarece.com.br/, a Vale tentou se defender, sem sucesso. Para os atingidos, seus argumentos não ultrapassam nem a metade do caminho.
Neste contexto, além de dívidas e irregularidades fiscais, pesam atualmente contra a empresa documentos e depoimentos de milhares de vidas impactadas que já não brigam sozinhas por justiça.
Ora, não é a toa que somam-se atualmente 111 processos legais e 151 investigações criminais contra a empresa.
Vale olhar e acordar.
Desta vez, a Vale foi mesmo pega mesmo com as calças curtas, já recorreu em primeira e segunda instância e agora irá recorrer ao superior e tudo isso com o peso do prêmio nas costas.
Como se vê as coisas não vão bem para a gigante do minério de ferro que terá que lidar ainda com a denúncia do Departamento Nacional de Produção Mineral, que acusa a mineradora de fazer descontos irregulares na base de cálculo dos royalties de mineração e tributar suas exportações por um preço abaixo do valor final.
Aos trancos e barrancos a Vale carrega o acidente do supernavio afretado à mineradora que rachou enquanto embarcava minério de ferro no Maranhão, gerando uma lambança de reclamações dentro da empresa.
Porém, é o típico balança mais não cai. Mas, não por muito tempo dizem os representantes do Internacional Natwor Of People Affected by Vale, ou para os mais chegados, Movimento Internacional dos Atingidos pela Vale, que já reuniu representantes de mais de 80 entidades em solo capixaba para discutir as injustiças sociais geradas pela Vale no Estado e nos 38 países onde ela atua.
Responsável por incluir a Vale na premiação anual das piores empresas do mundo e, conseqüentemente, apresentar as injustiças sociais geradas pela mineradora no Fórum Econômico Mundial de Davos, o movimento aproveita bem a fragilidade econômica da mineradora e, até agora, foi o único a conseguir que a mineradora esboçasse qualquer reação pública sobre as denúncias. No site http://www.valeesclarece.com.br/, a Vale tentou se defender, sem sucesso. Para os atingidos, seus argumentos não ultrapassam nem a metade do caminho.
Neste contexto, além de dívidas e irregularidades fiscais, pesam atualmente contra a empresa documentos e depoimentos de milhares de vidas impactadas que já não brigam sozinhas por justiça.
Ora, não é a toa que somam-se atualmente 111 processos legais e 151 investigações criminais contra a empresa.
Vale olhar e acordar.

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